Discurso das Águas

 

Arsélio Martins, Prémio Nacional de Professores: homenagem da Escola Secundária José Estêvão

O Discurso das Águas, a que o José-António Moreira empresta a voz numa edição especial dos Sons da Escrita, é uma óptima maneira de começar a raspar a superfície sobre o real e profundo significado da atribuição do Prémio Nacional do Professor ao meu pai, Arsélio Martins.

Obrigado, José-António e toma lá este abraço apertado e cheio de memórias.

Quem preferir um tratamento mais crú, pode ir ver a notícia na SIC.

Cartaz do AveiroMat 2007 - Encontro Regional de Professores de MatemáticaE, quem quiser uma amostra real e ao vivo, pode vir a Aveiro, no próximo sábado, ao AveiroMat 2007 – 8º Encontro Regional de Professores de Matemática.

Mas, façam o que fizerem, não o atrapalhem, que ele não está disponível para deixar que a atribuição dum prémio interfira com o que é verdadeiramente importante.

4 pensamentos em “Discurso das Águas

  1. Boas,

    Queria deixar um abraço de parabéns ao teu pai – que nunca foi meu Professor – mas foi Presidente do Conselho Directivo do José Estêvão duante os 6 anos que lá passei.

    Do pouco que conheci dele, fiquei com a ideia de um homem que corta a direito de acordo com os seus princípios.

    Cumprimentos,
    Mário Gamito

  2. Olá!
    O Meu nome é António Rodrigues, professor de Física e Química.
    Fui colega de seu pai na josé Estevão, onde fiz o meu estágio. Conheço o seu percurso profissional e pessoal que é, sem dúvida, ímpar.
    Aproveito para enviar os meus parabéns – por si – acrescentando que seu pai sempre foi para mim uma enorme referência.

  3. Um grande abraço ao teu pai pelo bom trabalho que sempre desenvolveu. Manipulava as letras do alfabeto como domina a matemática. Se não repara na equação que, após o corte das letras semelhantes, é uma igualdade a zero – “arsélio ama rosa amélia”. Foi meu colega na Escola Prática de Infantaria, em 1973. Foi um bom companheiro e amigo. O tempo não perdoa. Mais de trinta anos nos separam, embora estejamos separados geograficamente por poucos quilómetros – Aveiro/Nazaré.
    Bem hajam.
    Horácio Fialho

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