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O Resto do Mundo, no balanço do Ípsilon

5. O Resto do Mundo
Pelas Visões Úteis
É apenas uma viagem de táxi para três pessoas e seria injusto compará-la com os outros espectáculos, mas pelo menos este faz algum sentido. Embora pareça ficção, o táxi é a sério, a cintura externa do Porto existe e o dia escurece durante o percurso. As consequências são reais no que a ficção pode ter de real. A imaginação e a memória do espectador mudam. Depois da “performance”, nada continua na mesma. As palavras de Joseph Conrad e a arte da companhia iluminam agora “o Porto para lá da circunvalação”. J.L.F.
Ípsilon, Público 21/12/2007

É giro chegar ao fim do ano e tropeçar no balanço dos outros, enquanto se tenta fazer o próprio. E é de elementar justiça que o Visões Úteis tenha um lugar no balanço anual da criação teatral em Portugal. Não só quando e porque testamos* as fronteiras disciplinares do Teatro. Mas também.

* – Depois deste tempo todo, continuo sem saber como devo falar acerca do Visões Úteis e do meu papel em tudo isto. Poderei dizer “nós”? Quando e quem é que decide?

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