jazz.pt | Guimarães Jazz 2008

Texto escrito por João Martins, a 01/12/2008, relativo à 1ª semana do Guimarães Jazz 2008.
Depois de revisto e editado por Rui Eduardo Paes e em conjunto com a cobertura da 2ª semana, da responsabilidade de Gonçalo Falcão, foi publicado no nº 22 da revista jazz.pt.
A publicação do texto neste blog tem como principal objectivo promover a revista: compre ou assine a jazz.pt.

Guimarães Jazz 2008

Considerações Gerais:
Um Festival de Dimensão Regional

O Festival de Jazz que Guimarães acolhe anualmente, apesar de não deixar de ser “de” Guimarães, atingiu já, de alguns anos a esta parte, uma dimensão regional que abrange, na atracção de público, não só todo o Norte do País— se falarmos de público “geral”, já que o pouco público especializado nacional está, à partida, conquistado— mas as regiões espanholas (cada vez) mais próximas. Essa dimensão, que resulta também do investimento e da prioridade definida pela cidade e pelo seu Centro Cultural, tem reflexos na programação dos concertos do festival, na organização geral, nas actividades paralelas, nas extensões que levam o Festival (e o seu público) a outros pontos da cidade— as sessões de cinema, as exposições, as Jam Sessions da primeira semana…
Considerar, portanto, o público para quem o festival é concebido e, obviamente, os efeitos “secundários” que dele se esperam na cidade, é de elementar justiça na apreciação das opções programáticas.
Em 2 fins-de-semana prolongados consecutivos, o festival propõe-se equilibrar diferentes visões do fenómeno jazzístico, procurando abrir mais portas do que aquelas que fecha (exercício sempre complicado), satisfazendo o apetite de vários públicos (dos mais generalistas aos mais especializados), assegurando uma componente formativa e (algum) espaço para músicos nacionais, num contexto global que envolva a cidade, em vez de a “colonizar”.
Só quem habita a cidade de Guimarães poderá aferir dos resultados destas apostas ao longo do tempo, mas quem, como eu, a visita regularmente, não pode deixar de reparar em sinais evidentes e, aparentemente, consolidados no tecido cultural/musical da cidade, atribuíveis, em grande parte, ao Festival e à atenção que ele faz incidir sobre a cidade.

13 de Novembro 2008 | 22h00 Grande Auditórío

Kurt Elling Quartet

  • Kurt Elling (voz)
  • Laurence Hobgood (piano)
  • Clark Sommers (contrabaixo)
  • Ulysses Owens Jr. (bateria)

O concerto inaugural do Guimarães Jazz 2008 reflecte a necessidade do festival apelar ao “grande” público. Kurt Elling é um cantor de sucesso(s), que une reconhecimento crítico a ampla aceitação comercial: prémios da crítica norte-americana e europeia, destaques em praticamente todas as publicações da área, nomeações para Grammys, importantes contratos discográficos…
Trouxe a Guimarães uma parte significativa dos últimos 10 anos da sua discografia, cantando desde “My Foolish Heart” (registado em “This Time It’s Love”, 1998, Blue Note) até aos temas do mais recente “Nightmoves” (2007, Concord Records).
Com ele, ao piano, Laurence Hobgood, o parceiro musical desde o inicio da carreira do cantor de Chicago, em 95, compositor de alguns dos temas apresentados, responsável pela esmagadora maioria dos arranjos e figura principal do trio que acompanha Kurt Elling, onde figuram ainda Clark Sommers, no contrabaixo— músico também de Chicago, que não deslumbra, mas cumpre— e o jovem talento Ulysses Owens Jr., na bateria.

O concerto demonstra cabalmente as capacidades técnicas de Kurt Elling, assim como o seu charme, que é também, naturalmente, parte da sua performance. A interpretação de Elling é tecnicamente exigente e relativamente variada, recorrendo a fraseado de mestres tão diversificados como Dexter Gordon, Charlie Haden, Wayne Shorter, Michael Brecker ou Keith Jarrett, mas com uma clara preferência pelas grandes “vozes” do saxofone tenor. E a interacção com o público é frequente e “generosa”, por exemplo, na interpretação de temas em português que ele sabe não ser de Portugal, mas que nos “oferece” com as melhores intenções, apesar de serem interpretações muito frágeis as de “Rosa Morena” de Dorival Caymmi e “Luísa” de Tom Jobim.
O trio acompanha e pontua, ocasionalmente, com solos, uma performance que, não deixa nunca de ser centrada na figura de Kurt Elling.
E o concerto evoluiu entre momentos mais convencionais, na escolha do repertório e na sua interpretação, e momentos ligeiramente mais arriscados, numa progressão que acompanha, de algum modo, a própria carreira de Kurt Elling, onde algumas “fontes” de material menos óbvias se têm afirmado com o tempo: “Man in the Air”, homenageando e recorrendo a material de Wayne Shorter e “Tumbleweed”, de Michael Brecker, são exemplos desses momentos menos convencionais. Mas, se em “Man in the AIr”, o resultado é um momento musical bastante rico e com contribuições interessantes do trio, onde se destacou, mais até que Laurence Hobgood, o baterista Ulysses Owens Jr., “Tumbleweed” acaba por demonstrar as dificuldades de adaptação de algum do fraseado contemporâneo do saxofone tenor à voz e resulta, por isso, bastante mais frágil, até pela falta de consistência do “scat” de Kurt Elling.

Acaba por ser já no fim do concerto, no segundo “encore” que o entusiástico público de Guimarães “conquistou”, que se afirma o momento paradigmático: a solo, sem amplificação, Kurt Elling, mãos em posição de saxofonista (tenor), (re)-interpreta um solo de um dos clássicos mestres do instrumento.

Essa espécie de clímax, em forma de “déjá vu / déjà entendu“, no final do concerto, reforça uma estranha sensação: a recordação/racionalização de que os melhores momentos, os mais intensos (que os houve) continuam a não passar da reinterpretação e vocalização de grandes solos improvisados, que Kurt Elling se dedica a “cristalizar”, seguindo de resto uma antiga tradição da História do Jazz: o “vocalese” de Eddie Jefferson, Dave Lambert, Jon Hendricks ou Annie Ross. Uma prática com história e com adeptos, mas que se arrisca, independentemente de considerações sobre a qualidade da escrita e sobre as qualidades instrumentais dos seus intérpretes, onde se destaca actualmente, sem dúvida, Kurt Elling, a não criar mais do que uma espécie de produto “plastificado”, apetitoso apenas à superfície.

+ info: www.kurtelling.com


14 de Novembro 2008 | 18h00 Pequeno Auditório

Big Band da ESMAE, dirigida por Marcus Strickland

Marcus Strickland, o jovem saxofonista nascido na Florida e de créditos já firmados em Nova Iorque, esteve no Guimarães Jazz na tripla condição de concertista (ver crítica ao concerto de dia 19, do Quinteto de Marcus Strickland), motor das Jam Sessions, com o seu Quinteto, e formador, orientando um workshop e dirigindo a Big Band da ESMAE neste concerto.
A confiança depositada na sua capacidade de trabalho, motivação e inspiração são, em si mesmo, um sinal significativo.
Em condições relativamente difíceis, num único dia de trabalho com músicos que não conhecia e com significativas diferenças nas estratégias e rotinas de ensaio, o concerto confirmou a aposta do festival na figura de Marcus Strickland. Mas demonstra também o longo caminho a percorrer pelo Curso de Jazz da ESMAE: apenas 10 estudantes da escola se apresentaram, numa formação relativamente desequilibrada na instrumentação e na qualidade técnica dos intérpretes. Se a secção rítmica se apresentou mais do que completa (bateria, contrabaixo, piano, guitarra e vibrafone) e relativamente equilibrada, é estranho que se tenham apresentado apenas 5 sopros, dos quais 4 saxofones (1 alto, 2 tenores, 1 barítono e 1 trompete), criando um ensemble que, não só não adquire a cor e dimensão duma Big Band, como se apresenta muito pouco uniforme.
Com esta formação e com uma estratégia bastante “ortodoxa”, que terá certamente apanhado de surpresa alguns dos envolvidos, Marcus Strickland pediu aos músicos que aprendessem os temas usando os ouvidos e a memória, sem partituras, voltando aos primórdios da história do Jazz, fora de esquemas académicos. As partituras apareceram apenas para o concerto, como “rede” de segurança, mas o processo, que se traduziu numa simplificação ao nível dos arranjos, permitiu também uma interpretação bastante orgânica e instintiva dos temas propostos que, apesar de tudo, não eram elementares (“Brilliant Corners” de Thelonious Monk é um bom exemplo) e que, desta forma, ganharam uma autenticidade apreciável.
A meia dúzia de temas tocados constituiu, assim, uma boa experiência, não tanto pela qualidade ou complexidade das interpretações (havia ainda trabalho a fazer), mas pela sensação de que os músicos/estudantes presentes estavam a passar por uma experiência de aprendizagem importante pelo seu carácter “fundador”.

+ info: www.marcusstrickland.com


14 de Novembro 2008 | 22h00 Grande Auditório

Steve Coleman & Five Elements

  • Steve Coleman (saxofone alto)
  • Jonathan Finlayson (trompete)
  • Tim Albright (trompete)
  • Jen Shyu (voz)
  • Thomas Morgan (contrabaixo)
  • Tyshawn Sorey (bateria)

O ar compenetrado de Steve Coleman e dos músicos de Five Elements ao entrar em palco e o consequente alheamento relativamente ao público é talvez uma das melhores ilustrações da componente conceptual e metafísica do trabalho de Coleman e da filosofia M-BASE, que guia este colectivo. Ainda que o conceito seja difícil de explicar e/ou compreender, é evidente que a adesão à Matriz Macro-Básica de Estruturas para Extemporização (M-BASE) exige de cada músico, individualmente, um nível de concentração máximo: a evolução das estruturas musicais depende de escolhas conscientes e respostas intencionais e atempadas aos acontecimentos em curso; essas respostas, sendo livres, acontecem no contexto duma matriz de possibilidades que condicionam e conformam um ciclo de desenvolvimento das ideias musicais; todas as ferramentas composicionais— de “condicionamento” e “estruturação”— são material musical…
Todo o rigor do modelo composicional de Coleman, que tem como objectivo primordial oferecer possibilidades de afirmação aos músicos, é transcrito, desde o primeiro instante do concerto, em todos os aspectos da performance. É claro que nem todos os ouvintes serão capazes de identificar as transições de tema entre instrumentos, os sistemas de pergunta-resposta, a sobreposição de módulos rítmicos e melódicos ou o desdobramento sucessivo das diversas possibilidades do modelo através da duplicação de vozes e ou de papéis, que transforma o sexteto original numa super-estrutura capaz de desenvolver, de forma complementar, inúmeras ideias musicais. E tentar acompanhar todos estes movimentos seria, de resto, demasiado fatigante para se fruir verdadeiramente da totalidade da experiência criada. Intuir que eles lá estão e sentir, ocasionalmente, as mutações tímbricas duma frase que migra do saxofone de Coleman para o trombone de Finlayson e depois para a voz de Jen Shyu ou para o trompete de Tim Albright, pontuada pela bateria de Tyshawn Sorey que, simultaneamente, acompanha uma segunda ideia melódica e ritmicamente diversa, apresentada pelo contrabaixo de Thomas Morgan que, se nos concentrarmos nela, veremos que transita também por entre as variáveis combinações instrumentais… essa espécie de deriva que nos é permitida, enquanto público, permite-nos vislumbrar os processos claramente ordenados e relativamente simples (muito bem dissecados), através dos quais se alcança a complexidade notável da obra de Coleman. E permitirá compreender o impressionante exercício de concentração criativa a que estão submetidos os músicos.

Dito isto, o que é também notável é o facto de, para lá de todo o rigor e complexidade composicional, o concerto, sendo uma experiência exigente para o público, afirma-se como um significativo acto de partilha e envolvimento, a que é difícil escapar. No caso concreto do concerto no Guimarães Jazz, o colectivo arriscou também ao evitar padrões rítmicos mais reconhecíveis, frequentemente presentes na obra de Coleman, sejam eles das músicas “urbanas” ou das músicas “do mundo”. A relativa abstracção rítmica, a que não será alheia a impressionante prestação de Tyshawn Sorey, permitiu a exploração dum léxico mais variado e a construção de “pontes” entre estruturas temáticas mais afastadas, em que o nível de exigência se manteve elevadíssimo sobre todos os músicos, que corresponderam com grande qualidade.

Para parte do público isso traduziu-se em alguma dificuldade em ancorar referências ou encontrar zonas de conforto e, por isso, em alguma resistência a tão longas e profundas explorações.
Para quem esperava uma experiência verdadeiramente metafísica, esta imersão no universo de Steve Coleman e Five Elements, a tão alto nível, superou as expectativas.

+ info: www.m-base.com


15 de Novembro 2008 | 17h00 Pequeno Auditório

Projecto TOAP / Guimarães Jazz 2008

  • João Moreira (trompete)
  • Alexandre Frazão (bateria)
  • Matt Pavolka (contrabaixo)
  • Ben Monder (guitarra)
  • Peter Rende (piano)

No seguimento das experiências feitas em 2006 e 2007, a editora independente TOAP (Tone of A Pitch) e o Guimarães Jazz, promovem o encontro entre músicos portugueses e estrangeiros, numa combinação inédita e num contexto que permita o desenvolvimento da sua actividade criativa. Os músicos convidados este ano foram os portugueses João Moreira e Alexandre Frazão (português “adoptado”), a quem se juntaram os nova-iorquinos Matt Pavolka, Ben Monder e Peter Rende e, seguindo a estratégia de anos anteriores, apresentaram-se temas inéditos, da autoria dos músicos envolvidos (só Alexandre Frazão não assina nenhum tema).
A combinação inédita dos músicos na interpretação, mas principalmente na escrita, assegurou a diversidade do concerto, com clara alternância entre os temas mais enérgicos de Matt Pavolka, alguma abstracção ambiental numa das peças de Peter Rende e algumas peças mais convencionais de João Moreira e Ben Monder. Essas diferenças permitiram a exploração, por parte de todos os músicos, de mecanismos interpretativos adequados, abrindo o espectro da diversidade tímbrica de formas bastante interessantes. Sem personalidades musicais dominantes, a música do quinteto fluiu por várias paisagens, com um claro entendimento e compromisso entre todos, confirmando a relevância da aposta da TOAP e do Guimarães Jazz.
Ainda assim, a fraca afluência de público poderá ter retirado alguma energia ao concerto. A confirmar no Guimarães Jazz 2009, com o lançamento do CDTOAP Guimarães Jazz 2008“, já que à semelhança do que aconteceu em 2007, o concerto foi gravado e será editado pela TOAP, com lançamento na próxima edição do festival.
No fim do concerto, de resto, foi lançado o volume correspondente ao Guimarães Jazz 2007, altamente recomendável, com o registo do concerto de Matt Renzi, Jacob Sacks, Bernardo Moreira e André Sousa Machado.

+ info: www.toapmusic.com


15 de Novembro de 2008 | 22h00 Grande Auditório

Django Bates & stoRMChaser: “Spring Is Here (Shall We Dance?)”

O concerto do mais recente projecto de Django Bates (stoRMChaser, uma orquestra composta maioritariamente por alunos de Django Bates no RMC – Rythmic Music Conservatory de Copenhaga), “Spring Is Here (Shall We Dance?)“, “abanou” o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor. Uma orquestra de 19 elementos (flauta, clarinete, 5 saxofones, 2 trompetes, 2 trombones, 1 trompa, 1 tuba, guitarra, bateria, percussão, baixo, voz e teclados), significativamente amplificada (talvez demais), “disparando” o repertório tão enérgico como híbrido de Django Bates teria sempre esse efeito. Mas temos que juntar a isso a juventude, energia e boa disposição dos intérpretes e as intervenções bem humoradas de Django Bates, também elas parte dum espectáculo cuidadosamente planeado para se equilibrar cuidadosamente no limite do excesso.
Há qualquer coisa de desesperadamente eufórico, tão trágico como cómico e apaixonado na performance deste “stoRMChaser“, que parece criar, mais do que perseguir as tempestades.
Paradoxalmente, esta euforia no limite do descontrolo está, de facto, estritamente transposta para as partituras que estes jovens e talentosos músicos nórdicos interpretam. Brilhantemente, de resto. E as enérgicas explosões de géneros e temas, os curiosos e confusos híbridos, as complexas desconstruções de temas familiares resultam dum rigoroso trabalho de composição de Django Bates, onde se guardam espaços para a improvisação, muitíssimo bem aproveitados pelos inúmeros solistas do grupo, mas se mantém o fundamental rigor estrutural para o funcionamento duma orquestra.

No fim do concerto é difícil invocar um género musical que tenha escapado à voracidade de Django Bates. Todas as fronteiras se esbatem e/ou violam: entre músicas eruditas e músicas populares, entre pop, rock, jazz, géneros e sub-géneros, músicas antigas e músicas contemporâneas… todos os vocabulários parecem estar à disposição para a manipulação. Seja a manipulação um fim em si mesmo, como na sui generis interpretação do clássico “In The Mood”, de Glenn Miller, seja a manipulação usada com efeitos de reforço narrativo / emocional, como nos casos da reinterpretação de “New York, New York”— bem mais próxima da complexa realidade contemporânea da cidade nesta versão com guitarras distorcidas, cortes e explosões de sub-temas— ou, de forma mais clara e, por isso, caricatural no heróico macro-hino “Right To Smile”, onde diversos hinos nacionais (a nossa “Portuguesa” também neste concerto) se misturam e sobrepõem, até à tentativa de afirmação da “Ode à Alegria”, de Beethoven, numa eficaz construção relativa à saga dum homem russo que lutou pelo direito a sorrir na fotografia do seu passaporte.

A posteriori, a dissecação do material apresentado em cada tema é um desafio tão interessante como hilariante, em que podemos encontrar referências a Zappa, mas também às vanguardas britânicas representadas pelos “Art Bears” ou “Henry Cow“, mas, no momento, face à energia quase excessiva de Django Bates & stoRMChaser dificilmente se consegue produzir uma resposta que não seja emocional.
E a boa disposição em palco é muitas vezes contagiante.

Ainda assim, para lá da “construção” de Django Bates, afirma-se a grande qualidade dos vários jovens que compõem a orquestra, comprovada globalmente na interpretação dos temas e, pontualmente, em solos que, além de enérgicos, mostraram virtuosidade e diversidade técnica, vocabulário e criatividade.

Em jeito de nota final, diga-se que a energia destes jovens (e do próprio Django Bates) chegou para, no final do concerto, irem assistir e participar na Jam Session da noite, onde continuaram a oferecer ao público provas das suas capacidades, também num contexto mais estritamente jazzístico, enriquecendo, desta forma a experiência de quem estava presente nestas actividades paralelas.

+ info: www.rmc.dkeasyweb.easynet.co.uk/~jemuk/index.html

Texto escrito por João Martins, a 01/12/2008, relativo à 1ª semana do Guimarães Jazz 2008.
Depois de revisto e editado por Rui Eduardo Paes e em conjunto com a cobertura da 2ª semana, da responsabilidade de Gonçalo Falcão, foi publicado no nº 22 da revista jazz.pt.
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