Confiar na democracia

Ontem, mais de metade dos eleitores do nosso país, achou que não valia a pena participar activamente na eleição presidencial. Optimista, vou achar que assim foi, por considerarem que os poderes e funções presidenciais não são assim tão relevantes pelo que esta eleição não mudaria significativamente o país.

Face aos resultados anunciados, vou dar um “salto de fé” e acreditar, com todas as minhas forças, na sabedoria política e bom senso destes portugueses abstencionistas: todos os dias, nos próximos 5 anos, desejarei para Cavaco, e dele esperarei, nada mais do que a irrelevância e simbolismo duma jarra de flores constitucionalmente consagrada. Se assim não for, ficarei muito desiludido com a tranquilidade abstencionista.

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