Há histórias de crianças que marcam, com migalhas de pão, o caminho que fazem pelos bosques, para poderem voltar a casa… são traídas pelos pássaros. Há histórias de marinheiros que registam as viagens de ida para se guiarem na volta e documentarem a sua glória… são engolidos pelo mar. À nossa volta, acumulam-se os registos do que foi, esperançosos de mudarem o que vai ser…
E se tivéssemos crescido a olhar para um mapa do mundo com este aspecto, como seríamos? Mais ou menos periféricos? Mais ou menos egoístas? Mais ou menos ambiciosos? Mais ou menos orgulhosos?