Diz-me com quem queres andar…

Eu não sou adepto de ditados populares, mais que não seja porque há mais do que um para todas as ocasiões e, normalmente são contraditórios. Mas, quando comecei a pensar no assunto que me leva a escrever, ocorreu-me, para o título, uma corruptela do famoso “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”.

Isto a propósito de um aspecto que me parece ser fundamental para a relativa falta de saúde do debate político que se faz aqui por Aveiro. Há bastante tempo que a irrelevância que Aveiro assumiu no contexto nacional me faz confusão: com certeza que coexistem factores de várias origens que se relacionam de formas complexas para que assim seja, mas, em boa verdade, a cidade de Aveiro desqualificou-se e foi desqualificada no plano institucional, mediático, social, cultural e económico, de forma mais ou menos contínua nos últimos anos e não parece existir grande vontade, por parte dos protagonistas políticos, de inverter esta tendência. É como se houvesse um acordo de cavalheiros relativamente à reduzida importância da cidade de Aveiro e, nesse acordo, participam políticos, órgãos de informação, agentes económicos e instituições da cidade que, sinceramente, nem sempre percebo o que ganham com o “encolhimento” da cidade.

Exemplos desse “encolhimento” aparecem na forma de decisões sobre infra-estruturas fundamentais, como os serviços de comboios prestados pela CP, a alteração da circulação na rede viária que nos estrangula em SCUTs, propostas absolutamente estapafúrdias de alteração de modelos de gestão do estacionamento, desinvestimento e despromoção em equipamentos culturais e serviços do estado central, intervenções urbanísticas criminosas, etc. Cada um de nós sente cada uma destas decisões (e outras) como agressões às legítimas expectativas de uma cidade que é, para lá da realidade, a soma dos nossos sonhos projectados. Cada um de nós sentirá também, e por isso mesmo, um grande desânimo e frustração ao ver como estas decisões são tomadas, sem grande discussão ou participação, sem que surjam vozes fortes a demonstrar pensamentos claros e articulados que nos permitam pensar que as coisas podiam acontecer de forma diferente.

O grau de interesse individual far-nos-á participar em discussões políticas diferentes na forma, no conteúdo e no local, da conversa de café ou da cadeira do barbeiro, às reuniões partidárias e Assembleias Municipais, passando por espaços de tertúlia, física mas também (e cada vez mais) virtual. Aí, no calor das discussões, o “encolhimento” da cidade torna-se paradoxalmente mais óbvio: com a cidade encolhida sobre si própria, encalhada entre falta de ambição e visão de alguns, conforto e auto-complacência de outros, e comiseração de muitos, as iniciativas esbarram com a falta de oxigénio de uma cidade “abafada” por um ciclo vicioso de “não há razões ou pontos de interesse na cidade, a cidade perde visibilidade política e mediática; a cidade não tem visibilidade política nem mediática, não se justifica criar razões ou pontos de interesse”.

O quadro que pinto pode ser excessivo no pessimismo, mas esta é a dinâmica espiral descendente a que assisto nos últimos 10 anos, desde que voltei a viver em Aveiro.

E, como disse, tenho pensado e falado sobre isso, mas ocorreu-me escrever algo mais, quando ouvi um argumento que vi atribuído ao Presidente da Câmara num artigo sobre a discussão da privatização da MoveAveiro na Assembleia Municipal. Um argumento que não vi ser discutido como um grave sintoma do estado a que chegou a cidade.

É o argumento de que, dos 300 e tal municípios que constituem a realidade nacional, apenas meia dúzia têm transportes colectivos públicos, sendo por isso quase um execício de arrogância ou irresponsabilidade achar que Aveiro pode estar nesse grupo mais restrito. São os outros que estão enganados?, terá perguntado Élio Maia.

Este é um argumento “espertalhaço” porque apela à má consciência do povo desgraçadinho e invejoso que gostamos de ser. Mas eu, pessoalmente, preferia que Aveiro, no discurso político e na ambição urbana, evitasse comparar-se com a realidade dos 300 e poucos municípios portuguese e assumisse a ambição de fazer parte de alguns subconjuntos dos mesmos. Por exemplo, porque é que temos vergonha de assumir que estamos numa capital de distrito, que nos faria fazer parte de um grupo mais restrito de 18 cidades portuguesas em alguns dos nossos exercícios comparativos? Bem sei que o título de “capital de distrito”, em si mesmo, significa pouco, mas é um critério de comparação de cidades mais razoável do que o simples “município”. Municípios— lá está— há muitos, como os chapéus.

E se este critério não nos agradar, a cada momento, temos muitos outros critérios válidos para agrupar municípios, que podem ser úteis para uma forma mais corajosa e ambiciosa de pensar Aveiro: cidades com Universidades; cidades com linhas de comboio e paragem dos comboios Alfa e Intercidades; cidades do litoral centro/norte; etc, etc.

Se escolhermos um critério real— não uma daquelas filiações em redes fictícias, criadas para nos sentirmos menos mal— podemos todos subir as expectativas colectivas. E a exigência.

Porque não existe apenas a ambição cega e desmedida que nos trouxe à bancarrota, ou a timidez provinciana que nos estagna. Não pode.

A força dos exemplos

Matrículas dos alunos da UA ilustradas com fotografias da Praxe no boletim electrónico @ua_online

Para Mariano Gago, o Ministro do Ensino Superior, “a degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve pois ser eficazmente combatida por todos, estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições” (já o tinha citado aqui).
Já para a Universidade de Aveiro, aparentemente, imagens da Praxe são a melhor forma de ilustrar a notícia do arranque das matrículas.

E esta é apenas a face pública das coisas, já que, segundo soube, circula um apelo (oficial ou oficioso, não percebi bem) aos professores desta instituição, para que os membros do Conselho do Salgado ( o órgão da Praxe, em Aveiro) não sejam submetidos ao normal regime de faltas, enquanto dura esta época inicial de “caça”.

Expliquem-me depois, devagarinho, como é que em contextos deste tipo (e a UA é um exemplo moderado, pelo que vou conhecendo), se espera que a aceitação ou não da Praxe seja apenas uma questão de livre escolha de quem acaba de chegar às instituições.

Sinto-me um herói, de facto

Fui à iniciativa de colheita de sangue e registo como dador de medula óssea de que falei ontem e, com alguma surpresa e para minha grande felicidade, nenhum dos “mitos” se confirmou: nem a minha medicação regular me impede de ser dador de sangue, nem as cirurgias a que fui submetido no passado terão envolvido transfusões pelo que pude dar sangue e registar-me como dador de medula óssea.

Só depois das análises feitas e de todos os dados processados é que terei confirmação da minha condição de dador, obviamente, mas este primeiro passo, que podia (e devia) ter dado muito mais cedo, fez-me ficar a sentir muito bem comigo mesmo. E não custou nada: um ambiente simpático, profissionais de saúde muito cuidadosos, atenciosos e divertidos e um processo que, pelo menos para mim, foi completamente tranquilo. Suminho de laranja e um belo pão com queijo… conforto no corpo e na alma. Fiquei mesmo contente e, apesar de ser uma atitude que devia ser “normal”, as campanhas de publicidade e sensibilização que nos falam em “salvar vidas”, promovem mesmo um certo sentimento de heroísmo do acto.

É passageiro, até tirar o penso do braço. ;)

Entretanto, se quiserem, podem ir confirmar isto mesmo no complexo residencial da Universidade de Aveiro, hoje, até às 17h00. Se, como eu, andarem a adiar por terem dúvidas sobre se podem ou não ser dadores, deixem-se disso e vão, nem que seja só para esclarecer. E podem registar-se só como dadores de medula óssea, que é um acto muitíssimo importante.

Serviço Público: colheita de sangue e registo de dadores de medula óssea na Universidade de Aveiro

Amanhã, dia 07 de Maio, quarta-feira, na Sala de Convívio do Complexo Residencial da Universidade de Aveiro, entre as 09h00 e as 17h00, os Serviços de Acção Social da Universidade de Aveiro, em colaboração com o IPS / CEDACE / APLL, organizam uma campanha de colheita de sangue e colheita para o registo como dadores de medula óssea.

Vou ver se é desta que aproveito para esclarecer algumas das minhas dúvidas acerca da possível/provável incompatibilidade da medicação que tomo regularmente com o estatuto de dador e a veracidade da afirmação que me chegou recentemente aos ouvidos de que só pode ser dador de medula óssea quem nunca recebeu transfusões de sangue. Se assim for, vejo-me reduzido à condição de dador de órgãos e com a sensação de que sou muito menos saudável do que aquilo que me sinto. :(

Abençoados os pobres de espírito

Hoje, na Universidade de Aveiro, realiza-se a Benção dos Finalistas. Esta cerimónia que se realiza um pouco por todas as academias do país deixa-me doente, irritado e deprimido.

Por um lado, há a hipocrisia extrema e muito portuguesa de encerrar um período em que se cometem todos os excessos e todos os pecados, quase por obrigação, com uma cerimónia religiosa, bem comportada, para emoção das famílias e satisfação de egos parolos e provincianos.

Depois há esta doença social profunda e muito mais debilitante do que se pensa de aceitar a ideia duma religião dominante e da “normalidade” de se organizarem cerimónias para multidões que se supõem diversas, mas unidas nesse padrão quase nunca praticado e cada vez menos professado. A associação entre a vontade popular (ou estudantil, neste caso) de celebrar ou assinalar com pompa e circunstância um momento mais ou menos determinante com a incompreensível e muito pouco debatida necessidade da sua sacralização é um sintoma claro da pequenez do nosso país. Da nossa pobreza de espírito.

Não questiono (nem tal me passaria pela cabeça) que os estudantes, individualmente ou em grupo, sintam uma necessidade de integrar na sua eventual prática religiosa estes momentos. É natural. O que não é nada natural e resulta apenas e só da perigosa presunção nacional de que, a não ser que nos manifestemos em contrário, somos todos católicos e que ninguém se incomodará com a imposição dessa religião dominante porque “sempre foi assim” e toda a gente sabe que até somos “tolerantes”, é que as instituições (Universidades, Órgãos de Soberania, Associações de Pessoas, etc.) não compreendam a necessidade de fronteiras claras e definidas entre a sua esfera pública e a religiosidade presumida.

Países com uma maior presença de diversas culturas e religiões, que não admitem (porque não podem) que religiões historicamente dominantes se confundam com a expressão do que é público e colectivo, não limitam a liberdade religiosa de ninguém ao atribuir exclusivamente às igrejas e aos indivíduos a responsabilidade de organizarem as suas práticas.

O envolvimento que os nosso poderes públicos, das Câmaras aos Governos, passando pelas Universidades, corporações de Bombeiros, colectividades várias e Associações de Estudantes, por exemplo, continuam a assumir com a Igreja Católica é, por isso mesmo, uma manifestação triste da nossa pequenez e da nossa pobreza de espírito.

Não sei se isso nos garante a benção, mas acho que garante parte do nosso atraso civilizacional.

Governo criou o regime de “estudante a tempo parcial”

As Universidades sabem?
Esta é claramente a primeira pergunta que me ocorre face a esta notícia.

O regime proposto é comum em vários sistemas de ensino superior que, curiosamente, têm muito poucas parecenças com o nosso. Não me interessam, apesar de me fazerem sorrir, os comentários e piadas que sugerem que a vasta maioria dos actuais estudantes do ensino superior já o são apenas a tempo parcial, porque se dá nessa análise demasiada importância a quem se dedica quase a tempo inteiro à bebedeira travestida de “vida académica” e quase nunca se pensa nos exemplos de quem poderia de facto beneficiar (para si e para a sociedade) de um sistema mais flexível. Eu não sou o melhor exemplo disso mesmo (estive vários anos inscrito na FAUP sem concluir licenciatura nenhuma e estou inscrito na UA, apesar de não ter conseguido frequentar nenhuma disciplina nos últimos dois anos), mas sou um exemplo, ainda assim. Um exemplo que conheço. E a minha experiência diz-me que as Universidades enquanto instituições e os seus docentes, particularmente, não estão muito preparados ou disponíveis para estes graus de autonomia e flexibilidade na construção dos currículos e percursos escolares por parte dos alunos. O que vou conhecendo das “transições para Bolonha” e do desenvolvimento de projectos transdisciplinares reforça essa convicção de que as Universidades funcionam como capelas de “autistas”, fechados ao(s) exterior(es) e aos seus parceiros naturais. É óbvio que há exemplos que contradizem esta ideia e, optimisticamente, gostaria de pensar que essas não são as excepções que contrariam a regra. Mas não sei.

O que sei, das Universidades que conheço, é que um regime em que alunos “avulsos”, de outras instituições ou de nenhuma, possam frequentar e concluir disciplinas a gosto, por muito que seja uma ideia que me agrade, é um regime que obriga a pequenas “revoluções”. Se elas se fizerem, óptimo. Mas suspeito que, na maioria dos casos, se proceda apenas a um conjunto de alterações cosméticas para parecermos todos muito “modernos”.

Até onde pode ir o Software Livre no Estado Português?

É uma óptima pergunta, não é?

O site Software Livre na AP procura ser parte da resposta:

Este local é um repositório de conhecimento em software livre (Open Source Software – OSS) das entidades do Estado Português e destina-se a ser um ponto de encontro e troca de experiências entre todos aqueles que, ao serviço do Estado, o utilizam. Deste contributo resulta uma mais-valia incalculável para quem pretende vir a utilizá-lo.

Associação Ensino LivreMas a navegação pelos incipientes exemplos de boas práticas dá-nos uma visão deprimente, ainda que realista, do panorama. Uma das áreas fulcrais (porque tem grandes impactos a prazo) é a Educação, e é por isso que a recém-criada Associação Ensino Livre pode vir a ter uma grande importância na definição duma dinâmica diferente.

É que a resposta à pergunta que serve de título a este artigo está na educação. É nas escolas, em todos os graus de ensino, que se podem inverter práticas perversas, criar novos hábitos, difundir novas posturas éticas.

Pessoalmente (e localmente), não posso deixar de lamentar o afastamento que a Universidade de Aveiro, que tanto se orgulha do seu papel pioneiro em tantas áreas, mantém, relativamente ao Software Livre. E não posso deixar de me interrogar, por causa do peso que a UA tem na dinâmica “local”, como seriam as coisas na autarquia, por exemplo, se o “contexto” fosse mais favorável à adopção destas soluções.

Mas quais serão os factores que determinam o grau de penetração do Software Livre nas diferentes áreas da Administração Pública portuguesa (nas autarquias, por exemplo)?

  • Opções políticas?
  • Dimensão e complexidade dos sistemas implementados?
  • Grau e antiguidade da informatização dos serviços?
  • Dependências económicas?
  • Competência do apoio técnico disponível?
  • Proximidade de prestadores de serviços/soluções diversificados?

A resposta será sempre multifacetada e há algumas partes da resposta mais defensáveis (e confessáveis) do que outras, como é óbvio. Mas era importante que se reflectisse publicamente sobre isto, porque esta é uma questão pública, por mais que se tente disfarçar.

Para esta reflexão, todas as contribuições são bem vindas.

O que é que eu não estou a perceber neste protocolo?

UA assina protocolo com Eurodeputado Armando França
Esta Sexta-feira, 21 de Dezembro, às 11h00, na Sala do Senado do edifício da Reitoria, a UA assina um acordo de colaboração com o Eurodeputado Armando França, para o acolhimento anual de recém diplomados ou finalistas da UA como estagiários, nas áreas de intervenção parlamentar do Eurodeputado, por períodos de três meses.

O protocolo prevê ainda a realização de acções concertadas para a colocação desses alunos, nomeadamente através do recurso a programas nacionais e comunitários de apoio à realização de estágios e à inserção na Vida activa, e a instituição de um prémio para o melhor trabalho da autoria desses estagiários, em termos de inovador e de investigação, que foque a temática europeia ou outra abordada durante o estágio.A cerimónia de assinatura do protocolo contará com a presença da Prof. Doutora Maria Helena Nazaré, Reitora da UA, e do Eurodeputado Armando França.

Há qualquer coisa de estranho nisto ou eu é que sou excessivamente desconfiado? Quem paga aos estagiários ao abrigo deste acordo? O eurodeputado, do seu bolso, ou um fundo qualquer do Parlamento Europeu e/ou do Grupo Parlamentar? Se for o segundo caso, o protocolo, ou acordo, deveria ser assinado com o PE ou o Grupo Parlamentar e não com o eurodeputado, mesmo que este viesse em sua representação. Se for o primeiro caso, não é estranho? Uma Universidade Pública estabelecer um acordo para a colocação de estagiários em acção política ou para-política com um eurodeputado específico, duma côr política específica… não faria mais sentido um acordo com uma comissão ou com outras organizações presentes no PE?

E o que serão as “acções concertadas para a colocação desses alunos, através do recurso a programas nacionais e comunitários”? Quererá dizer que, em troca da colaboração da UA no fornecimento de mão-de-obra técnica para as “áreas de intervenção do eurodeputado”, serão facilitados procedimentos de concurso para outros “tachos” comunitários?

Que se façam estas coisas, já estamos habituados… agora que se anunciem desta forma…

Do que eu gostava mesmo era de estar completamente enganado e ser de facto perfeitamente normal e legítimo e até prática corrente ao abrigo das atribuições institucionais de todos os eurodeputados.

Mas se o Tratado de Lisboa é opaco, este protocolo, ou acordo, parece um bocado “transparente”. Ou não?

Map My Name: Reflections and Statistics

[jLanguage default="english"][english][/english][portuguese][/portuguese][english]The Map My Name Project reached its natural end, as announced, one month after having started to gather information and users. The theoretical goal of mapping or calculating an estimate of all internet users is far from reached and I’m not sure how do the short over 18 thousand users match the worst or best expectations from the project’s authors and promoters.

Regardless, the data collected allow some reflections on the nature of these processes and its bigger obstacles and the statistic analysis is of some interest.

I’m still curious to know what will the future bring for this project’s userbase, that got some interesting suggestions.[/english][portuguese]

O projecto Map My Name chegou ao seu fim natural, como anunciado, um mês depois de iniciar a recolha de dados e utilizadores. O objectivo teórico de mapear ou calcular uma estimativa do número total de utilizadores da Internet ficou muito longe e não sei bem até que ponto é que os pouco mais de 18 mil utilizadores correspondem às melhores ou piores expectativas dos seus autores e promotores.

Independentemente disso, os dados recolhidos permitem alguma reflexão sobre a natureza destes processos e os seus maiores obstáculos e o seu tratamento estatístico tem algum interesse.

Não deixo de ficar curioso acerca do futuro desta base de dados de utilizadores e do projecto, que tem recebido algumas sugestões interessantes.[/portuguese]