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	<title>diário de bordo &#187; dados</title>
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	<description>Há histórias de crianças que marcam, com migalhas de pão, o caminho que fazem pelos bosques, para poderem voltar a casa... são traídas pelos pássaros. Há histórias de marinheiros que registam as viagens de ida para se guiarem na volta e documentarem a sua glória... são engolidos pelo mar. À nossa volta, acumulam-se os registos do que foi, esperançosos de mudarem o que vai ser...</description>
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		<title>Pordata, serviço público</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:13:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi hoje lançado o <a title="Pordata, Estatísticas do Portugal Contemporâneo" href="http://www.pordata.pt/"><strong>Pordata</strong></a>, um novo portal apoiado pela <strong>Fundação Francisco Manuel dos Santos</strong>, que “<em>prevê disponibilizar os dados estatísticos em três fases principais: para Portugal (1.ª fase), para Portugal e países da UE 27 (2.ª fase) e para as regiões e municípios portugueses (3.ª fase). O vector comum a toda a informação apresentada é o tempo. Publicada sob a forma de séries cronológicas, a informação incide sobre um longo período, que se inicia, sempre que possível, em 1960 e se prolonga até à actualidade.</em>”</p>
<p>Ainda não tive tempo para me debruçar em detalhe, mas é evidente que este será um serviço muitíssimo útil, principalmente, a partir do momento em que algumas pessoas começarem a fazer alguma coisa com os dados, como refere (e bem) o <a title="O desafio da Pordata é a produção de conteúdos, a partir dos dados: análise, visualização..." href="http://www.alexgamela.com/blog/2010/02/23/pordata-portugals-database-a-base-de-dados-de-portugal/"><strong>Alex Gamela</strong></a>.</p>
<p>Por curiosidade, fui dar uma espreitadela e deixo aqui um exemplo do tipo de informação que agora é fácil de encontrar, graças ao <a title="Pordata, Estatísticas do Portugal Contemporâneo" href="http://www.pordata.pt/"><strong>Pordata</strong></a>:</p>
<ul>
<li>entre 1987 e 2005, as despesas totais em Cultura, realizadas pelas Câmaras Municipais cresceram sempre, de pouco menos de 40 mil euros em 87 até mais de 910 mil euros, em 2005; em menos de 20 anos, multiplicou-se por mais de 20 esta verba</li>
<li>depois de 2005 (ano de eleições), esta verba decresceu significativamente; 2005 = 913 mil, 2006 = 802 mil, 2007 = 791 mil e 2008 = 863 mil</li>
<li>pegando só no ano de 2008, vemos que neste capítulo das despesas correntes das Câmaras Municipais, o desporto (que tem a fatia de leão) representa 10 vezes mais despesa que as artes cénicas (o parente pobre), numa relação de 183 mil para 18 mil euros</li>
</ul>
<p>São pedacinhos de informação descontextualizados que não têm qualquer tipo de valor. Postos no contexto certo, talvez permitissem perceber que, a partir de determinada altura, a cultura passou a ser de forma mais clara, um instrumento de promoção das cidades e dos seus poderes, vendo o seu financiamento aumentado, mas dependente de ciclos eleitorais. Ou talvez permitissem ajudar a clarificar a (falta de) estratégia e política cultural a nível local, reflexo dum défice nacional e a estabelecer as bases para uma discussão séria sobre quais as áreas de investimento cultural prioritário. Uma coluna de dados com particular interesse, é a que diz respeito à despesa corrente em recintos culturais (única parcela que fica abaixo das despesas em artes cénicas) e o que isso significa na inexistência de redes de circulação e descentralização da fruição cultural.</p>
<p>Como vêem, um acesso superficial e de poucos minutos aos dados já compilados, mostra bem a utilidade desta plataforma. Com o tempo, e com as ferramentas já disponíveis, temos todas as condições para ficar a conhecer melhor o país e discuti-lo com base em alguma realidade.</p>
<p>Obrigado aos promotores do <strong><a title="Pordata, Estatísticas do Portugal Contemporâneo" href="http://www.pordata.pt/"><strong>Pordata</strong></a></strong>, portanto.</p>
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