[divulgação] Workshop de Voz

Visões ÚteisWorkshop de Voz

Formadora: Marina Freitas
Datas: 4 de Fevereiro a 17 Junho de 2010
Horário: 5ª feira das 19h00 às 21h00
Duração: 40 horas
Local: Visões Úteis (Fábrica Social)
Propina do Curso: 20,00€ (inscrição) + 40,00€ x 5 meses

O Curso poderá ter um máximo de 7 participantes por turma.

As inscrições estão abertas a todos os interessados que tenham mais de 18 anos, dominem a língua portuguesa e utilizem a voz como ferramenta de trabalho na sua vida profissional.

O workshop será reconhecido por um Certificado de Participação, entregue a todos os formandos que frequentarem o curso.

Contactos para Inscrições:
Visões Úteis
Rua da Fábrica Social, s/n — 4000-201 Porto
Tlf. 22 200 6144 | Tlm. 93 176 54 75 | mail@visoesuteis.pt

Marina Freitas nasceu no Porto em 1979.
É licenciada em Teatro / Estudos Teatrais com especialização em voz pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto.
Teve formação na área de voz com as seguintes pessoas: Maria João Serrão, António Salgado, Maria Luís França e Luís Madureira.
Lecciona cursos de voz falada desde 2003.

Visões Úteis (Porto, 1994) é um projecto artístico, de raiz teatral, que se produz a si próprio, um projecto pluridisciplinar, marcadamente de autor e consciente da sua responsabilidade social e política para com as comunidades envolventes.
Nos últimos anos as dramaturgias originais dos seus responsáveis artísticos ganharam especial relevo e o projecto alargou-se a trabalhos sobre a paisagem urbana que têm conhecido uma progressiva internacionalização.
Desde sempre o projecto estético cresceu em sintonia com um forte sentido ético, numa constante reflexão acerca do sentido contemporâneo de fazer arte e teatro, que quotidianamente marca as opções de trabalho.
A Direcção Artística é de Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins.

Vamos fazer um brainstorming?

Hoje avisei-vos dum espectáculo que vai acontecer hoje. O que é irritante, não é?

Mas porque é que só agora é que aviso? Porque só agora é que soube. E isso é relevante? É, porque não me canso de espantar com as dificuldades de comunicação na área da cultura. Mas como é que eu saber ou não é relevante para avaliar de eventuais dificuldades? Se calhar o problema é meu… Se calhar é, mas também é verdade que se uma pessoa com os meus hábitos, a minha “predisposição” e a minha ligação ao meio (fui eu que pus o trailer de A Boneca no YouTube, por exemplo) se deixa surpreender por informação desta, o que acontecerá a pessoas mais “afastadas”?

Mas que dificuldades são estas? Por um lado, não há público, por outro, o público queixa-se de falta de divulgação, e por outro ainda, há quem ache que isto tudo é uma “pescadinha-de-rabo-na-boca” porque alguns eventos, sem divulgação de maior, têm na mesma público e são esses, precisamente, que parecem “criar” públicos.

Será que não há mesmo nada a fazer?

Sem querer estar a ser insistente ou irritante, proponho que se faça aqui mesmo um pequeno brainstorming, sobre o exemplo do Teatro Aveirense (espero que não em levem a mal e possam aproveitar algumas sugestões), para encontrar propostas concretas para melhorar a visibilidade da programação do Teatro.

Eu inicio com três propostas simples relacionadas com a presença online e peço a todos os leitores que se pronunciem  sobre estas e contribuam com outras seja para que meios for.

Inscrição na mailing list do Teatro Aveirense é confusa

SUGESTÃO 1: UM MAILING MELHOR
Simplificar e pôr a funcionar uma mailing list/newsletter de subscrição fácil e óbvia. Tentei subscrever a “mailing list” anunciada no site várias vezes e nuncarecebi informação nenhuma por esse meio. Agora vejo uma notíca com um novo sistema de subscrição de newsletter. “Consolida, filho, consolida… O que é preciso é consolidar”, já dizia o Zé Mário Branco no FM. ;)
A divulgação via e-mail funciona muito bem se for pensada em termos de periodicidade e especificidade, na minha opinião. Um mailing da programação trimestral, por exemplo é uma boa base, que, com acrescentos ou adendas semanais ou quinzenais pode ser uma óptima ferramenta. Fundamental, na minha opinião, é que se faça um tratamento tão sistemático como possível de todos os eventos. Há vários exemplos de mailings nesta área que me parecem funcionar bem: a newsletter do Visões Úteis (que conheço na óptica do editor) ou os mailings do Mercado Negro ou do Cineclube de Aveiro (que conheço na óptica do subscritor) são simples e acho que eficazes, por ser elementar a subscrição, por haver correpondência entre mailings e conteúdos dos sites e por ser fácil reenviar ou reutilizar (o reenvio e reutilização para blogs, por exemplo, é um dos grandes trunfos dos mailings bem feitos… por isso nada de mailings só imagem ou em formatos estranhos: deve ser sempre possível a leitura em texto simples!).

SUGESTÃO 2: GO VIRAL!
Entrar pelas redes de social networking é uma “seca”, mas os benefícios podem ser bem superiores à chatice. Quase todas as redes têm funções de partilha de agendas, boletins, divulgações, etc. Como as pessoas são muito preguiçosas, ir às redes onde elas já estão pode ser uma das melhores formas de garantir que a informação está a passar. E a ideia do “viral” é muito verdadeira: o principal trunfo destas abordagens é que depois da informação começar a circular, dependendo da topologia e funcionamento das redes, pode rapidamente chegar a grandes quantidades de gente, duma forma relativamente sectorizada. MySpace, hi5, Last.fm para a música… as opções são muitas e os públicos abrangidos são diferenciados. Estudar o(s) meio(s) e fazer opções pode não ser fácil, mas eu apostaria nos resultados. É claro que mantenho a minha opinião acerca das falhas destas plataformas, mas acho que no contexto duma estratégia de divulgação da programação dum espaço como um Teatro, não deve haver demasiados pruridos na escolha dos suportes.

SUGESTÃO 3: SUBSCRIÇÃO
A preguiça das pessoas faz com que seja fundamental disponibilizar conteúdos que se possam subscrever, para consulta nos “espaços virtuais” que cada utilizador decide frequentar. E há duas coisas que se podem disponibilizar de forma simples:

  1. feed RSS de notícias: pode ser agregado no leitor RSS de cada pessoa, pode ser redistribuído por blogs, portais e outras plataformas e ajuda a trazer visitantes ao site com as novas actualizações
  2. feed RSS/XML/iCAL do calendário: esta é a funcionalidade que a mim, pessoalmente me pareceria mais influente. Manter no Google Calendar, por exemplo, um ou mais calendários partilhados e que podem ser subscritos em várias aplicações (Outlook, iCal, Thunderbird/Lightning, etc…) pode ajudar (e muito!) a manter informação actualizada junto dos utilizadores. E, no caso do Google Calendar é até possível permitir que também o calendário seja embebido em vários sites, blogs e outras plataformas. Se esse calendário existisse, com os eventos do TA (ou doutra entidade ligada à cultura aqui em Aveiro), provavelmente apareceria nas barras laterais de vários bloggers ligados à cidade, assim como nos sites da região.

Estas são as minhas primeiras 3 (e mais simples) sugestões, úteis para o TA ou para outras entidades com os mesmos problemas. E as vossas?

F.R.I.C.S. @ Paredes de Coura 2007

Um projecto como a Fanfarra e Recreativa Improvisada Colher de Sopa está “condenado” a associar-se à loucura dos Festivais de Verão. Era inevitável e está mesmo confirmado:

Festival Paredes de Coura 2007


Programação


Ou seja, no dia 15 (é quarta-feira, segundo dia do festival, feriado e dia de Sonic Youth no palco principal), às 16h00, a animação psicadélica da Fanfarra chega a Paredes de Coura.

E este torna-se o segundo projecto em que eu o Gustavo e o Henrique nos envolvemos que vai parar ao palco do Jazz na Relva pouco depois de ter sido criado. :)

Skitch bonanza!

Skitch bonanza! 100 invites

pt
Os tipos da Plasq acharam simpático da minha parte ter dito que o Skitch era um “hot topic” e, por isso, ofereceram-me mais 100 convites! Não vou promover mais nenhum nenhum concurso, por isso, se quiserem convites, basta dizerem isso mesmo aqui nos comentários, sem se esquecerem de preencherem o e-mail (preciso dele para enviar o convite).

Era simpático se me ajudassem a agradecer à Plasq votando no WTF da Techorati Wque deu origem a esta Skitch bonanza!
en
The good people at Plasq thought that it was cool of me to state that Skitch is a hot topic, and so they offered me 100 more invites! I won’t be promoting another contest, so, if you want an invite just drop me a line at the comment box, and please, don’t forget to fill the e-mail field (I’ll need it to send the invite).

It would also be nice if you would help me return Plasq‘s courtesy by voting on the Techorati WTF that started this Skitch bonanza!

Lugar aos leitores

Cá está uma coisa que eu não pensava que me viesse a acontecer: houve gente que achou que este blog teria visibilidade suficiente para se dirigirem a ministros e jornalistas e fazer chegar uma mensagem de protesto.

Como eu sou adepto de mensagens de protesto, mas acho que devem estar nos sítios certos, venho, por este meio, criar um tópico específico sobre a situação dos praças do Exército, com as intervenções dos leitores Patrícia e João Fernandes.

Se houver seguimento, que seja aqui:

Patrícia dixit

gostava que o senhor ministro fizesse alguma coisa para os praças do exercito poderem fazer carreira como os praças da marinha.tambem gostava de saber o porque só os sargentos e oficiais do exercito podem fazer carreira?se eles podem e porque nao os praças? porque nao havia tropa nenhuma sem praças.os praças cada vez sao menos e o porque toda a gente sabe so o ministro da defesa e alguns comandates é que nao querem saber porque estao bem na vida e nao se importam com os praças.já esteve o senhor PAULO PORTAS E LUIS AMADO como ministros da defesa nacional e nunca fizeram nada pelos praças nem se importaram o que lhes entressavam a eles era o ordenado deles.gostava de pedir ao atual ministro da defesa nacional para estudar a situaçao dos praça.para mim e para a maior parte dos praças o melhor era já que completam o tempo maximo de contratos sem nenhuma pena diciplinar aí sim poderem fazer carreira e nao os mandar para o desemprego.OBRIGADO

Patrícia dixit

nos os praças do exercito estamos muito desiludidos com o ministro da defesa nacional porque nao fás um estudo sobre os PRAÇAS do exercito.so se fala em oficiais e sargentos mas esses têm carreira e o porque de os praças nao podem ter uma carreira tambem sao militares e sem praças nao havia tropa!porque é que nao aproveitam os praças que completam os nove anos e meio(tempo maximo de contratos eté 2000)e dao oportunidade de eles seguirem uma carreira?envestiram nesses militares gastando dinheiro em cartas de conduçao,espsialidades,fardamento e depois mandam-nos embora para o desemprego!é uma vergonha.e o cumulo é que os praças da marinha podem fazer carreira e o porque os do exercito nao podem’

João Fernandes dixit

venho por este meio pedir ao senhor hernani(jornalista)para falar em publico nas televisoes jornais e etc.para falar dos praças do exercito porque nos os praças estamos muito tristes do que se está a passar.o exercito esta a mandar os praças para o desemprego com gosto na farda e vai ao centro de emprego buscar pessioal obrigado a ir para a tropa se nao perde o subsidio.é uma vergonha.o que eu preponho é os praças que completam os contratos todos sem puniçoes e sempre cumprio o seu dever que aproveitem esses militares para os proficionalizarem ou seja que esses praças possam fazer carreira porque têm gosto na vida militar.

Nota: não conheço nem faço ideia quem sejam a Patrícia ou o João Fernandes e é claro que estes comentários introduzidos off-topic não passam de SPAM, mas acho que esta é uma boa oportunidade para que as pessoas que tenham definido e estejam a implementar esta estratégia de visibilidade online para a luta dos praças do exército, possam ter um espaço mais focado. Fogo à peça, é o que se costuma dizer, certo?