Os amanhãs que cantam

Por sobre as montanhas de cinismo e hipocrisia que nos habitam, a cada 25 de Abril torna-se mais importante repetirmos que “a democracia é o pior de todos os sistemas, com excepção de todos os outros” e, por isso mesmo, agradecermos a quem construiu Abril. Para lá de todas as desilusões, hesitações, segundas, falsas ou más intenções, a conquista da nossa liberdade começou nessa madrugada de 1974. O resto, os “amanhãs que cantam” e as “promessas de Abril” são a nossa responsabilidade colectiva e quotidiana. Há 35 anos que é assim e é nas alturas em que a desilusão e a desesperança nos atingem mais fortemente que se torna fundamental afinar as vozes e a memória:

25 de Abril Sempre! Fascismo Nunca Mais!