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	<title>diário de bordo &#187; seo</title>
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	<description>Há histórias de crianças que marcam, com migalhas de pão, o caminho que fazem pelos bosques, para poderem voltar a casa... são traídas pelos pássaros. Há histórias de marinheiros que registam as viagens de ida para se guiarem na volta e documentarem a sua glória... são engolidos pelo mar. À nossa volta, acumulam-se os registos do que foi, esperançosos de mudarem o que vai ser...</description>
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		<title>PageRank: é tão simples!</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 15:46:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Li, com interesse, um post recente no AirDiogo acerca do PageRank, o sistema através do qual o Google organiza os resultados das pesquisas em função da relevância atribuída ao conteúdo da página ou site. A reflexão sobre a popularidade deste &#8230; <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2008/07/27/pagerank-e-tao-simples/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Li, com interesse, um <a href="http://airdiogo.zi-yu.com/2008/07/26/pagerank%e2%84%a2-a-nova-religiao/" target="_blank" title="PageRank, a nova religião?">post recente no AirDiogo acerca do PageRank</a>, o sistema através do qual o <a href="http://www.google.com" target="_blank" title="Google everything">Google</a> organiza os resultados das pesquisas em função da relevância atribuída ao conteúdo da página ou site. A reflexão sobre a popularidade deste assunto e sobre as diferentes posturas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank" title="SEO - Search Engine Optimization na Wikipedia">SEO &#8211; Search Engine Optimization</a> que vão desde a explicação séria e simples dos parâmetros envolvidos até às lógicas obscurantistas e promessas milagoras, típicas de vendedores de banha da cobra é, parece-me, uma outra forma de atrair visitantes ao blog, aproveitando a onda gigantesca de pesquisas. No caso dele, como no meu, agora, ao escrever este post ou quando <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/06/29/o-que-as-pessoas-procuram/" target="_blank" title="O que as pessoas procuram">escrevi este outro, mais obsceno</a>, ou na <a href="http://mentepositiva.wordpress.com/2008/07/20/brandi-carlile-e-lesbica/" target="_blank" title="Escrever ">experiência recente do Nuno Saraiva, usando a orientação sexual da Brandie Carlile como chamariz de visitas</a>, percebe-se que há um critério simples, superficial e fácil de manipular no sistema: se usarmos frases, palavras ou expressões muito populares e, especialmente, se lhes dermos valor semântico (num título é melhor que no corpo do artigo) e as repetirmos em vários contextos (as tags e índices são óptimas estratégias), podemos trepar a escala da relevância com facilidade. Mas é fácil de perceber que esta estratégia se usada de forma &#8220;maliciosa&#8221; gera visitas &#8220;enganadas&#8221;, o que não contribui nem para a reputação nem para a relevância global do site em causa. O artigo mais popular desde blog, por exemplo, chama-se &#8220;<a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/07/09/pornografia-ou-a-arte-de-ser-explicito/" target="_blank" title="O artigo mais popular deste blog">Pornografia, ou a arte de ser explícito</a>&#8220;, mas duvido seriamente que as intenções duma parte significativa dos visitantes fosse ler a minha reflexão acerca das práticas de distribuição de publicidade no site do Correio da Manhã.</p>
<p>Mas, se percebermos este primeiro princípio, percebemos, de facto, que o segredo da relevância— por isso, o segredo do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/PageRank" target="_blank" title="PageRank, sistema do Google">PageRank</a> ou o segredo do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank" title="SEO - Search Engine Optimization na Wikipedia">SEO &#8211; Search Engine Optimization</a>— é escrever de forma organizada e sistemática, com cuidados ao nível da marcação semântica dos conteúdos. Ou seja, é preciso cuidar dos conteúdos e pensar, pesquisar e analisar quais os termos e expressões de pesquisa mais usados pelos internautas que fazem parte do nosso público-alvo. E isso é simples, certo?</p>
<p>Um blog, um portal generalista ou outras experiências cujo único objectivo seja gerar visitas, sem preocupações de fidelizar públicos-leitores, pode dar-se ao luxo de seguir a onda dos acontecimentos, alternando entre referências aos últimos gadgets (o <strong>iPhone</strong> e o <strong>iPod</strong> são boas opções), escândalos sexuais, económicos ou políticos, <em>fait-divers</em> de vários tipos, ou alimentar as eternas <em>flamewars</em> de sistemas operativos (<strong>Windows</strong> vs. <strong>Mac</strong> vs. <strong>Linux</strong>) ou consolas de jogos (<strong>Playstation</strong> vs. <strong>Xbox</strong> vs. <strong>Wii</strong>), por exemplo. Esse comportamento gera visitas e aumenta a relevância / PageRank artigo-a-artigo, mas a inconsistência dum site que segue simplesmente hypes sucessivos, sofre com isso. Porquê? Porque se fosse apenas um problema de quantidade de <em>keywords</em>, não se justificava a investigação, o segredo ou até o registo de patentes à volta do &#8220;coração&#8221; do <a href="http://www.google.com" target="_blank" title="Google everything">Google</a>. Por um lado, referências avulsas a termos &#8220;populares&#8221; não chegam para enganar o sistema, já que todo o conteúdo é visado e são cruzadas referências para perceber se o artigo é ou não &#8220;genuíno&#8221;. É também aí que entra a importância da construção de links para o conteúdo. O número de sites que refere o nosso conteúdo, através dum link, é mais um sistema de validação da relevância dos conteúdos. E isso também é fácil de perceber: se eu for uma &#8220;autoridade&#8221; numa determinada área é natural que muitos sites dedicados ao mesmo assunto, ou artigos avulsos, se refiram e liguem a mim. E essa é uma medida socialmente aceitável, mesmo no mundo real do ensino, por exemplo. (Uso o termo &#8220;autoridade&#8221;, numa piscadela de olho ao sistema de <strong>Authority</strong> que o <a href="http://www.technorati.com" target="_blank" title="O Technorati utiliza vários sistemas cruzados para sugerir leituras relevantes. A "><strong>Technorati</strong></a> usa). Cá está outro parâmetro base de relevância: links dirigidos aos nosso conteúdo &#8220;provam&#8221; que ele é relevante. (Claro que as &#8220;roletas&#8221; de troca de links sugeridas por alguns &#8220;especialistas&#8221; e que ligam <em>ad nauseam</em> sites igualmente irrelevantes são identificados pelo sistema e pelos utilizadores, também. Isso e outras práticas semelhantes a vudu.) <img src="http://joaomartins.entropiadesign.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" class="wp-smiley" /> </p>
<p>Mas, além disso, se o PageRank de cada página dum mesmo site for alto, mas responder a termos de pesquisa demasiado diversificados, não é possível determinar a relevância global do site, porque não existe um contexto temático em que ele se encaixe. Os links podem ajudar, mas não resolvem o problema de base. Por isso é que se fala muito da necessidade de &#8220;especialização&#8221;. Há até quem sugira que a melhor forma de garantir uma grande visibilidade é encontrar um &#8220;nicho&#8221; e explorá-lo até ao tutano garantindo que, à medida que o interesse cresce (e o interesse sobre qualquer coisa na Internet cresce sempre, é um problema básico de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Entropia#A_Segunda_Lei_da_Termodin.C3.A2mica" target="_blank" title="Vejam lá o que diz a Segunda Lei da Termodinâmica">entropia</a>), nos mantemos no topo da vaga.</p>
<p>Este é o tipo de coisas que os especialistas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank" title="SEO - Search Engine Optimization na Wikipedia">SEO &#8211; Search Engine Optimization</a> vão dizendo e vendendo, mas se um projecto estiver limitado tematicamente (que é o caso de quase todos os sites de empresas e organizações), não faz sentido falar de determinado tipo de manipulação de conteúdos ou da auscultação constante dos <em>hypes</em> gerais. Para um site &#8220;normal&#8221;, com objectivos pré-determinados e um posicionamento marginal às modas e tendências da web, o trabalho é, paradoxalmente, muito mais simples. Como é óbvio que a relevância absoluta do site será sempre condicionada pela popularidade do tema— uma sex-shop on-line não tem que trabalhar quase nada para garantir valores altos de relevância, enquanto um clube de leitura ou uma carpintaria terão que se contentar com um tecto baixo definido pelos hábitos de utilização e pela baixa densidade do &#8220;meio&#8221; específico onde estão—, o trabalho deve concentrar-se apenas na apresentação fluída e bem estruturada dos conteúdos e na adequação da escrita ao meio e aos hábitos (percebidos) dos internautas. Não é pouco trabalho, mas é simples:</p>
<ul>
<li>escrever bem, sem ser nem prolixo nem telegráfico</li>
<li>identificar as palavras, expressões e frases em uso no &#8220;meio&#8221; e usá-las em quantidade, mas com critério, um pouco por todo o site (uma boa forma de fazer isto é usar <a href="https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal?defaultView=2" target="_blank" title="Use o Google AdWords para descobrir os termos de pesquisa mais populares na sua área temática">os simuladores do <strong>Google AdWords</strong></a> que, a partir de uma expressão, nos dão as alternativas mais procuradas)</li>
<li>perceber que ninguém lê tudo, pelo que o que nos pode parecer redundante quando estamos a criar e/ou a rever conteúdos, pode ser perfeitamente aceitável para leituras na diagonal</li>
<li>usar as palavras e frases chave em títulos e sub-títulos, correctamente marcados semanticamente (&lt;h1&gt;, &lt;h2&gt;, etc)</li>
<li>não substituir por imagens conteúdo fundamental, a não ser que se usem criteriosamente as possibilidades de legendagem (tags alt e title) e/ou se adoptem técnicas de <a href="http://mezzoblue.com/archives/2008/05/05/image_replac/" target="_blank" title="Image Replacemente + Google">Image Replacement</a> inteligentes</li>
<li>procurar os melhores locais on-line para se ser referenciado e tentar perceber como é que isso é possível (publicidade, troca de links, simples contacto?)</li>
</ul>
<p>Não é magia, nem milagre ou prática mística, mas funciona. Sendo assim, porque é que se continua a falar destas coisas e há uma tão grande procura por estes assuntos? Porque as pessoas, empresas e organizações são preguiçosas e querem, no fundo, no fundo, descobrir a cura milagrosa que ponha o seu site no top dos tops, sem terem o trabalho de criarem, sistematizarem e organizarem conteúdos. Para os &#8220;preguiçosos&#8221; que podem, existe o <strong><a href="http://adwords.google.com" target="_blank" title="Google AdWords">Google AdWords</a></strong>, que, para quem puder pagar, permite colocar links patrocinados nas primeiras páginas de todas as pesquisas. Para os outros, é trabalho simples. Mais ou menos trabalho, mas simples e relativamente transparente. E o resultado final não é o mesmo: com o trabalho feito, o site aparecerá por mérito próprio e sem custos. Pela via imediata, o site só vai aparecer enquanto pagarmos e a eficácia provavelmente decresce com o tempo (um link patrocinado que não chega pelo próprio mérito às páginas principais causa desconfiança nos utilizadores).</p>
<p>E, com este artigo escrito, revejo e posso prever que, com tantas referências a hypes, ao Google e ao PageRank, a estratégias de SEO, a gadgets e a outros termos de pesquisa populares, vou ter outro pico de visitas. Justifica-se?</p>
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		<title>FIM @ the invisible web</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:20:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu sei que está na moda falar de visibilidade na web, SEO, SEF, SEM e outras coisas mais ou menos esotéricas e eu, sinceramente, interesso-me pouco pela maioria das coisas que se escrevem nesse charco. Mas volta e meia dou &#8230; <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/09/05/fim-the-invisible-web/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.fim.com.pt" target="_blank" title="Festival Internacional de Marionetas do Porto"><img src="http://joaomartins.entropiadesign.org/wp-content/uploads/2007/09/fim_logo.gif" alt="FIM - Festival Internacional de Marionetas do Porto" align="right" /></a>Eu sei que está na moda falar de visibilidade na web, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank" title="Search Engine Optimization">SEO</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Search_Engine_Friendly&amp;action=edit" target="_blank" title="Search Engine Friendly">SEF</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_Engine_Marketing" target="_blank" title="Search Engine Marketing">SEM</a> e outras coisas mais ou menos esotéricas e eu, sinceramente, interesso-me pouco pela maioria das coisas que se escrevem nesse charco. Mas volta e meia dou de caras com exemplos práticos relativamente dramáticos de quase completa invisibilidade de sites ou de eventos/fenómenos que teriam muito a ganhar com uma aposta estratégica mínima de visibilidade. Vejam o caso do <a href="http://www.fim.com.pt" target="_blank" title="Festival Internacional de Marionetas do Porto">FIM 2007 (Festival Internacional de Marionetas do Porto)</a>: o site está lá e é claro que tem o mínimo de indexação genérica, mas com o <a href="http://fim.com.pt/programa_f.html" target="_blank" title="Programa do FIM 2007">programa</a> e o <a href="http://fim.com.pt/pdfs2007/calendario.pdf" target="_blank" title="Calendário do FIM 2007">calendário</a> em PDFs não é nada fácil descobrir que o Festival começa no próximo dia 13 de Setembro, pois não?</p>
<p>Uma <a href="http://www.google.pt/search?q=festival+internacional+de+marionetas+porto" target="_blank" title="Pesquisa no Google por Festival Internacional de Marionetas do Porto">busca no Google por Festival Internacional de Marionetas do Porto</a> leva-nos (levou-me a mim, agora) ao site oficial e a uma série de notícias relativas às edições anteriores. Mas sobre a edição que está quase a começar… nada.</p>
<p>É pena, mas é também uma demonstração prática da <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/08/03/saber-escrever-nao-e-coisa-do-passado/" title="Artigo sobre a importância dos conteúdos, aqui no blog">importância dos conteúdos</a> e da sua acessibilidade na indexação e na visibilidade dos sites.</p>
<p>É claro que os magros orçamentos deste tipo de eventos, principalmente os que têm sede no Porto, não dão para tudo, mas, se me permitem a ousadia, talvez pudessem ser mais bem gastos.</p>
<p><small>A bem da clareza: eu tenho uma relação especial com o <a href="http://www.fim.com.pt" target="_blank" title="FIM 2007">FIM 2007</a>, já que me foi encomendado um pequeno &#8220;jingle&#8221; de 20 segundos para um anúncio que irá passar na <a href="http://www.metrodoporto.pt" target="_blank" title="TV no Metro do Porto">Metro TV</a>. Se me autorizarem, hei-de pô-lo a &#8220;rodar&#8221; aqui no blog, também.</small></p>
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		<title>Saber escrever não é coisa do passado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 16:35:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A última edição do A List Apart é dedicada às questões da escrita para a web [artigo 1] [artigo 2]. Numa altura em que é cada vez mais comum chegarem-nos às mãos projectos de web design em que ninguém se &#8230; <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/08/03/saber-escrever-nao-e-coisa-do-passado/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p> A última edição do <a href="http://www.alistapart.com/" target="_blank" title="A List Apart">A List Apart</a> é dedicada às questões da escrita para a web [<a href="http://www.alistapart.com/articles/betterwritingthroughdesign" target="_blank" title="Better writing through design">artigo 1</a>] [<a href="http://www.alistapart.com/articles/revivinganorexicwebwriting" target="_blank" title="Reviving anorexic web writing">artigo 2</a>]. Numa altura em que é cada vez mais comum chegarem-nos às mãos projectos de web design em que ninguém se parece preocupar com o conteúdo (ninguém ainda percebeu o que quer dizer &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_content#Content_is_king" target="_blank" title="Sobre ">content is king</a>?&#8221;), ao mesmo tempo que é por demais evidente que a visibilidade e eficácia dum site depende não só da quantidade e validade do conteúdo, mas também da sua qualidade (sem esquecer nem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sintaxe" target="_blank" title="Sintaxe, para quem não sabe o que é">sintaxe</a>, nem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A2ntica" target="_blank" title="Semântica, para quem não sabe o que é">semântica</a>), estes artigos são mais uma razão para que, antes de &#8220;cuspir&#8221; layouts, templates e módulos de PHP e similares, apareça alguém capaz de perguntar: <em>e os conteúdos? e o texto? quem é que escreve?</em></p>
<p>A minha experiência diz-me que uma das únicas formas de convencer um cliente ansioso de que a estruturação e escrita correcta de conteúdos relevante (que consome tempo e dinheiro) é uma fase fundamental dum processo de criação dum site é tentar explicar que o <a href="http://www.google.com" target="_blank" title="Google">Google</a> e os restantes motores de busca não passam de leitores &#8220;compulsivos&#8221;, que lêem na diagonal, parando brevemente nos títulos, sub-títulos e destaques e digerindo rapidamente tudo o que se lhes apresenta como texto<sup>*</sup>.</p>
<p>Quem percebe isto, está disponível para o processo de análise, composição e depuração exigível. Mas é mesmo muito raro.</p>
<p><small>* &#8211; estou perfeitamente consciente de que &#8220;<a href="http://www.searchengineguide.com/shawncampbell/002986.html" target="_blank" title="Content is king, but linking is queen">content is king, but linking is queen</a>&#8221; e que, quase tão relevante como o conteúdo propriamente dito é o número e qualidade das hiperligações estabelecidas para a página em apreciação. Mas o que podemos fazer pela qualidade e relevância estrutural do conteúdo das nossa páginas é muito mais do que o que podemos fazer pelo número <em>inbound-links</em> relevantes… aliás a melhor coisa que podemos fazer pelos <em>inbound-links</em> é garantir a qualidade e relevância estrutural do nosso conteúdo, certo?</small></p>
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		<title>This is a local shop, for local people</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 07:32:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lembram-se da loja local de Royston Vasey? Lembrei-me a propósito da distribuição geográfica dos meus visitantes…]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Lembram-se da loja local de <a href="http://www.leagueofgentlemen.co.uk/" target="_blank" title="League of Gentlemen">Royston Vasey</a>?<br />
Lembrei-me a propósito da distribuição geográfica dos meus visitantes…</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://myskitch.com/joaomartins/local_shop-20070726-080004.jpg" target="_blank" title="Clique para ampliar: 2.198 das minhas visitas vêm de Portugal, dum total de 2.449 visitas de 39 países/territórios, nos últimos 30 dias."><img src="http://myskitch.com/joaomartins/local_shop-20070726-080004.jpg" alt="Google Analytics GeoMap : 2.198 das minhas visitas vêm de Portugal, dum total de 2.449 visitas de 39 países/territórios, nos últimos 30 dias" style="width: 450px; height: 290px" height="290" width="450" /></a></p>
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		<title>Pornografia, ou a arte de ser explícito</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 18:16:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma visita rápida ao site do Correio da Manhã, para completar o post anterior, mostrou-me o que tenho andado a perder no que diz respeito ao carácter explícito do tipo de informação que por ali se pratica: Para quem for &#8230; <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/07/09/pornografia-ou-a-arte-de-ser-explicito/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma visita rápida ao <a href="http://www.correiodamanha.pt" title="Correio da Manhã">site do Correio da Manhã</a>, para completar o <a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/2007/07/09/o-correio-da-manha-explica/" title="O Correio da Manhã explica">post anterior</a>, mostrou-me o que tenho andado a perder no que diz respeito ao carácter explícito do tipo de informação que por ali se pratica:</p>
<p align="center"><a href="http://joaomartins.entropiadesign.org/wp-content/uploads/2007/07/correiodamanha1.jpg" title="Correio da Manhã noticia possibilidade de pais bloquearem sexo na net"><br />
<img src="http://joaomartins.entropiadesign.org/wp-content/uploads/2007/07/correiodamanha1.jpg" title="Correio da Manhã noticia possibilidade de pais bloquearem sexo na net" alt="Correio da Manhã noticia possibilidade de pais bloquearem sexo na net" width="450" /></a></p>
<p>Para quem for notícia o facto de se poder bloquear ou controlar informaticamente o acesso a conteúdos online de carácter explícito, talvez interesse perceber qual a utilidade de o fazer. Nada melhor, portanto, do que pôr dois bons exemplos na mesma página (a de entrada no site do jornal): a notícia de um crime sexual numa cavalariça da GNR e um anúncio a uma sex shop de nome irrepetível, ilustrado com imagens &#8220;picantes&#8221;.  Isto sim, é informação útil para todos os pais e encarregados de educação preocupados com os hábitos de navegação das suas crianças!<br />
Não é claro se os filtros que fazem <a href="http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=249386&amp;idselect=10&amp;idCanal=10&amp;p=200" title="Como bloquear o acesso a conteúdos explícitos na net, segundo o Correio da Manhã">a notícia do Correio da Manhã</a> bloqueariam ou não a página do próprio jornal, mas parece-me óbvio que a sex shop está a fazer um grande negócio, anunciando a um preço normal (presumo), numa página que responde a pesquisas tão apetecíveis como &#8220;sexo na net&#8221;+&#8221;soldado da Guarda Nacional Republicana&#8221;+cavalariças… e isto é só um exemplo, sem entrar em detalhe nos resumos das notícias.</p>
<p>Ou será que o <a href="http://www.correiodamanha.pt" title="Correio da Manhã">Correio da Manhã</a> online está &#8220;tão à frente&#8221; que os anúncios são colocados por relevância contextual? <img src="http://joaomartins.entropiadesign.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" class="wp-smiley" /> </p>
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