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Vem aí a Cidade dos Diários

É já na sexta-feira, dia 13, que estreia a Cidade dos Diários.

É a 27ª produção do Visões Úteis e a minha 7ª banda sonora para uma peça de teatro (não contam os dois audiowalks nem a banda sonora das “6 Gaivotas” que é dos Ohmalone, nem a direcção musical do “Contrabaixo”).
Mas é a primeira vez que fiz “infografismo”. Estão curiosos? Vão ao Balleteatro Auditório (Arca d’Água) até 27 de Maio (todos os dias às 21h30, menos às segundas, que não há e aos domingos que é às 16h00) e descubram.
A estreia já esgotou.

Quem tiver preguiça de ir ao site, tem aqui a sinopse:

Estamos numa gare. Cruza-se o espaço a caminho de qualquer lado ou faz-se tempo num espaço de ninguém. Há um cadáver por reclamar. No balcão dos perdidos e achados amontoam-se os restos de muitos dias. O homem que apresenta o tempo anda sempre de guarda-chuva e nunca mais chove. Alguém morre e alguém mata.
Estamos a meio de um inquérito. O culpado afinal não tem culpa, mas julga que sim. Já todos esqueceram as vidas que se perderam, menos a vítima que veio de longe. O Chefe quer saber o que se passa. A Luz masca pastilhas mas não consegue deixar de fumar.
Estamos num dia. O Sol está em actividade muito intensa. Caiu o record do mundo de salto em altura. Uma desgraça antiga de primeira página acaba em homicídio. Uma mulher tem medo de ficar só.

2 comentários a “Vem aí a Cidade dos Diários”

Seguindo a linha dessa ridícula tradição teatral que consiste em desejar a quebra de membros inferiores do corpo humano aos intervenientes no espectáculo como suposta forma de lhes desejar bons augúrios e levando-a para lá do genericamente aceitável:
“Que vos corra tão porcamente mal que a reacção do público, furibundo e raivoso, levará à organização imediata de um movimento de guerrilha urbana que, baseado num conjunto simples e maiqueísta de princípios, alastrará rapidamente a todo o globo, espalhando o caos e a desordem e pondo em risco as últimas réstias de esperança depositadas na humanidade”.

Obrigado, guictx, mas essa coisa do “break a leg” é muito anglo-saxónica.
Nós por cá, preferimos “muita merda”, à semelhança dos franceses…
Seja como for, o espírito é o mesmo.

Um abraço.

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